25 anos depois

Essa idade parece meio decisiva, é como se fosse um marco para ser adulta de vez porque já é ¼ de século de vida. Nossa, me senti velha falando assim. Mas na verdade não é a idade ou cara de garotinha que espera o ônibus da escola que determina, é uma forte vontade de dar novo rumo para a vida.

2012 sempre me pareceu um ano especial e eu realmente não acho que o mundo vá acabar em dezembro. É 12 o dia do meu aniversário e me acompanha como número da sorte há muito tempo.

E não é que o ano começou mesmo marcante? Bem mais do que fazer 25 anos, estou começando um novo ciclo. Enfim ter um lugar para chamar de meu lar doce lar, sair debaixo da proteção da mãe, encarar a rotina de lavar, passar, cozinhar, limpar e sabe-se lá mais o que.

Não é que eu não saiba fazer tudo isso, mas é diferente quando a moradia é sua. Isso tudo dá uma sensação de medo, insegurança e felicidade, tudo misturado num sentimento só, ao qual eu não tenho nome pra dar.

Depois de um ano tão turbulento como foi 2011, esse sentimento diz que 2012 é mesmo o ano para fazer acontecer, porque ser feliz, com licença, mas eu já sou muito.

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